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GILLES DELEUZE

A filosofia de Gilles Deleuze A filosofia de Gilles Deleuze tenta construir uma maneira de pensar o movimento, a diferença, o desejo e a criação sem depender de identidades fixas. Deleuze desconfia de tudo aquilo que congela a vida em formas rígidas: essência, identidade, normalidade, sujeito estável, verdade única. Em vez disso, ele pergunta: como algo se torna o que é? como forças atravessam corpos, ideias e sociedades? como criar modos de existência menos aprisionados? 1. Diferença antes da identidade Na tradição filosófica ocidental, normalmente pensamos assim: primeiro existe uma identidade (“isto é uma árvore”), depois observamos as diferenças (“esta árvore é maior”). Deleuze inverte isso. Para ele, a diferença vem antes. O mundo não é feito de coisas estáveis que variam um pouco; ele é feito de fluxos, transformações, multiplicidades. Por isso sua obra principal se chama Difference and Repetition . Ele critica a ideia de que pensar seja apenas reconhecer coisas já conhecidas. Pe...

CAN DESIRE BE LIBERATED?

Reclaiming Life Beyond Productivity See: " Capitalism vs Inner Suffering "  See also: " Capitalism vs Desire " This is where the critique becomes almost spiritual . Because once thinkers like Jacques Lacan and Slavoj Žižek show that capitalism captures desire, the next question becomes: Can desire be liberated? That is where Herbert Marcuse and Gilles Deleuze enter. They ask: What would human desire look like if it were not organized around productivity, scarcity, and consumption? That is one of the deepest philosophical questions of the modern world. 1. Herbert Marcuse: Capitalism represses desire by shaping it Marcuse, especially in Eros and Civilization and One-Dimensional Man , argued that capitalism does not simply repress people by forbidding pleasure. Instead, it organizes pleasure in forms that support the system. This is subtle. It allows desire — but channels it into: consumption, competition, productivity, status. So people feel “free” because they ...